Dois meses depois na morte trágica da minha sogra, ainda não conseguimos voltar à terra dela. Local onde viveu seus últimos dias, onde passou os seus últimos momentos e onde seu corpo foi sepultado.
Ainda dói muito, foi tudo tão repentino não deu tempo para nos despedirmos nem para lhe dizer que ia ser avó de novo. Vamos recordar sempre o último telefonema, em alta voz falava com o neto e mandava beijos a todos e dizia, manda também à mamã, estás a ouvir, manda um beijo à mamã… foi a última vez que ouvimos a sua voz. Dois dias depois era assassinada pelo marido de quem se pretendia divorciar ao fim 30 anos, a conviver com alcoolismo e maus tratos.
Por vezes parece ainda que é mentira, que vamos acordar e ela está lá… sempre alegre, costumávamos dizer que ela tinha uma alegria suficiente para ela e para os que estavam à sua volta. É assim que a queremos recordar, sempre alegre, sempre a sorrir, com quase 50 anos era jovem de aparência e de espírito.
Adorava o neto e o neto adorava-a. Dissemos que a avó estava a viajar… não conseguimos dizer que já partiu, vamos dar tempo… até a nós próprios para conseguirmos fazer esta afirmação.
terça-feira, 12 de Maio de 2009
daquelas musicas que não me saem da cabeça...
http://http://www.youtube.com/watch?v=BgQeJ6BqRLI
Sou fã da Sónia Tavares, na minha opinião é a alma dos "The Gift", tem uma voz poderosa e uma presença fantástica. Por outro lado é uma excelente forma de dar a conhecer o fado, a quem de outra forma não ouviria, e um tributo a Amália... do melhor que tenho ouvido.
Sou fã da Sónia Tavares, na minha opinião é a alma dos "The Gift", tem uma voz poderosa e uma presença fantástica. Por outro lado é uma excelente forma de dar a conhecer o fado, a quem de outra forma não ouviria, e um tributo a Amália... do melhor que tenho ouvido.
segunda-feira, 11 de Maio de 2009
Eu por aqui...
... ando muito desanimada. Sinto falta do bom tempo, do solinho que nos aquece meio timido, e não deste q aparece e torra, para logo dar lugar ao frio e à chuva.
Este tempo inconstante, deixou-me com uma gripe que à muito não apanhava, estou cheia de expecturação e por acrescimo uma tosse tão forte, que me provoca vómitos e enjoos. Parece que devido à gravidez as minhas desefas foram de férias, quem sabe para alguma praia do Pacifico...
... se a tudo isto juntar a minha insatisfação por estar em casa. Desde que comecei a trabalhar aos 18 anos, é a primeira vez q estou tanto tempo sem emprego. Pensei que iria sentir estes tempos como férias, mas o tempo passa e sinto-me pouco útil, vou fazendo a lida da casa, mas não chega, já não posso pensar só no que fazer para o jantar(ponto alto do meu dia).
Acho até que quando trabalhava de segunda a sábado tinha a tudo muito mais organizado, e andava mais criativa no que tocava às refeições.
Defenitivamente prefiro o stress de conjugar a familia; a casa e o trabalho, do que isto que são agora os meus dias. Refletindo sobre ambos os cenários, quando se trabalha, ficamos na expectativa do fim-de-semana, planeamos esses tempos de ócio com outro prazer... não sei... é o que sinto agora, e senti necesidade de o deitar cá para fora.
(ISTO TALVEZ SEJA UM POST DE 2.ª FEIRA-EMBORA PARA MIM SEJA INDIFERENTE)
Este tempo inconstante, deixou-me com uma gripe que à muito não apanhava, estou cheia de expecturação e por acrescimo uma tosse tão forte, que me provoca vómitos e enjoos. Parece que devido à gravidez as minhas desefas foram de férias, quem sabe para alguma praia do Pacifico...
... se a tudo isto juntar a minha insatisfação por estar em casa. Desde que comecei a trabalhar aos 18 anos, é a primeira vez q estou tanto tempo sem emprego. Pensei que iria sentir estes tempos como férias, mas o tempo passa e sinto-me pouco útil, vou fazendo a lida da casa, mas não chega, já não posso pensar só no que fazer para o jantar(ponto alto do meu dia).
Acho até que quando trabalhava de segunda a sábado tinha a tudo muito mais organizado, e andava mais criativa no que tocava às refeições.
Defenitivamente prefiro o stress de conjugar a familia; a casa e o trabalho, do que isto que são agora os meus dias. Refletindo sobre ambos os cenários, quando se trabalha, ficamos na expectativa do fim-de-semana, planeamos esses tempos de ócio com outro prazer... não sei... é o que sinto agora, e senti necesidade de o deitar cá para fora.
(ISTO TALVEZ SEJA UM POST DE 2.ª FEIRA-EMBORA PARA MIM SEJA INDIFERENTE)
terça-feira, 5 de Maio de 2009
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